sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Um povo fantástico, e uma classe política abominável...



Este texto foi escrito há uns meses, mas permanece muito actual. Mostra bem como somos "vistos" quando se olha de fora.
Boas leituras e bom fim de semana.



Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal pelo Governo liberal de José Sócrates, um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português para fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria.

E não é por eles serem portugueses.

Vá ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socio-económicos, e você vai descobrir que doze por cento da população é portuguesa, o povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão….e Austrália.

Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido social democrata e Partido socialista, gangorras de má gestão política que têm assolado o país desde anos 80.

O objectivo? Para reduzir o défice. Por quê?

Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?

Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia deixou-se a ser sugado é aquele em que a agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos estados unidos da América (onde havia de ser?) virtual e fisicamente controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito.

Com amigos como estes organismos, e Bruxelas, quem precisa de inimigos?

Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e com medo, apavorada com a Alemanha depois que suas tropas invadiram seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para sua indústria.

E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos por motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de qual país eles vêem ?
Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são Mercedes e BMWs.
Topo-de-gama, é claro.

Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata, direita) e PS (Socialista, de centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir) e sua indústria (desapareceu) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas), a troco de quê?

O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza em uma base sustentável?

Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que estavam despejando bilhões através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque ele é considerado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos.

A sua “política de betão” foi bem concebida, mas como sempre, mal planeada, o resultado de uma inepta, descoordenada e, às vezes inexistente localização no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo.

Uma grande parte dos fundos da UE foi canalizada para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral.

O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam.

Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini. Maserati. Foram organizadas caçadas de javali em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficou a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controlo e a participarem.

Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político. E ele é um dos melhores.

Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanitário, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo diplomata excelente, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, “Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando”) que criou mais problemas com seu discurso do que ele resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha.
Resultando em dois mandatos de José Sócrates; um Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado por interesses instalados.

Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projectos de educação).

E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes. Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados:

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%) .

Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%)

Concordo com o sacrifício (1%). Um por cento.

Quanto ao aumento dos impostos, a reacção imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afectará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão.

Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar. É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de ratings que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português.

Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno para o PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado de suas ideias e propostas.

Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal no ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos. Esses traidores estão levando cada vez mais portugueses a questionarem se deveriam ter sido assimilados há séculos, pela Espanha.

Que convidativo, o ditado português “Quem não está bem, que se mude”. Certo, bem longe de Portugal, como todos os que possam, estão fazendo. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico, e uma classe política abominável.

Timothy Bancroft-Hinchey

Pravda.Ru

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O NOSSO PORTUGAL DOS pequeninos!


Agora que as Presidenciais estão "tratadas" e que Portugal pode voltar ao seu caminho de "pugresso" sabiamente conduzido por quem não tem duvidas e raramente se engana, podemos voltar-nos para coisas mais pequeninas, assim como nós, coisas que não preocupam as pessoas importantes.

Por exemplo, foi ontem anunciado pelo Governo a intenção de reduzir as indemnizações para os trabalhadores que sejam alvo de despedimentos pela entidade patronal.

Parece que este é que é o problema do Pais.

A diligente ex sindicalista e atual Ministra do Trabalho, veio explicar-nos que Portugal é um dos países mais generosos da Europa em relação a esta matéria e que se torna necessário uma harmonização entre as práticas dos outros e as nossas próprias práticas.
Ficamos esclarecidos.

Agora aguardamos outras intervenções do Governo do tipo harmonizar os salários dos Portugueses com os dos Alemães, nivelar a nossa educação com a Dinamarquesa, ou equiparar os nossos apoios sociais aos Franceses.

Se isto não acontecer só pode ser porque os Ministros da Economia, Educação e Finanças, não são tão competentes e não têm tanto peso no Governo como a Sr.ª Ministra do Trabalho.

Ou será que há outras razões?

Mas quem se preocupa com isso, com essas coisas menores, agora que o "pugresso" foi retomado?

domingo, 16 de janeiro de 2011

FRANCISCO LOPES ESTEVE EM AGUIAR



O candidato presidencial Francisco Lopes, apoiado pelo PCP, esteve ontem ao fim da tarde em Aguiar.

Ainda bem que o fez.

Apesar de faltar uma semana de campanha, não sei se teremos por cá qualquer outro dos candidatos, parece-me bem que não.

A sessão que decorreu na Junta de Freguesia de Aguiar foi muito animada e bem participada com várias dezenas de pessoas presentes que expressaram o seu apoio inequívoco a Francisco Lopes.

Também na rua, no sábado dia 8 e ontem dia 15, militantes comunistas e ativistas da CDU, procederam a distribuição de materiais da campanha de Francisco Lopes para as Presidenciais do próximo Domingo dia 23 de Janeiro.

Fosse o trabalho premiado e, por cá, os resultados seriam certamente mais justos.

Porque sabemos que assim não é, até Domingo, vamos continuar a apoiar o nosso candidato e os resultados serão os que forem.

Conhecemos alguns para quem a ação politica se esgota nos resultados, mas nós sabemos que vai muito para além disso.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

BOM ANO NOVO




Quero desejar a todos que entrem no novo ano com o pé direito (ou esquerdo, se forem canhotos), e que ele (o ano novo), possa ser melhor do que o pintam.
Desejo também a todos verticalidade e coragem para enfrentar os complexos desafios que se aproximam, e desejo ainda a lucidez suficiente para, se e quando for necessário, sabermos fazer as escolhas certas.
Bom ano novo.
Até lá.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

AINDA O (ESPÍRITO DO) NATAL!




Já vivi coisas boas e coisas más, passei por experiencias muito enriquecedores e por outras traumáticas, como todas as pessoas.

Nunca fui nem sou de me queixar, muito menos de me vitimizar.
Tenho aguentado "pancada" de pé, firme, e, às vezes, ainda me criticam porque nem um sorriso mostro quando as estou a levar.

Pergunto-me e pergunto a quem quiser tentar responder, como seria encarado se outras pessoas, nomeadamente os meus adversários políticos (acredito mesmo que isto já ultrapassou a politica há muito tempo), fossem "agredidos e difamados" como continuamente me têm feito a mim, há pelo menos uns 3 anos a esta parte.

Será que estas pessoas têm família?
Será que estas pessoas têm coração?
Será que estas pessoas têm sentimentos?
Será que estas pessoas são mesmo pessoas?

Estas "pessoas" são assim e para não variarem no dia de Natal mostram a sua essência.

É o melhor que conseguem, estes valentões que para aliviar as suas frustrações se escondem por trás de um computador.

Desejo um bom natal para eles também e para o próximo ano desejo que o sistema nacional de transplantes hepáticos melhore o seu desempenho e crie uma delegação em Viana do Alentejo, tendo em conta os fígados que precisam de ser mudados...

domingo, 19 de dezembro de 2010

HOUVE FESTA NO CINEMA


Foto da classe de dança da associação equestre


Ontem à noite tive o privilégio de assistir no cine teatro Vianense a um espetáculo daqueles que nos dão uma dose suplementar de "Vianite" e que, apesar dos tempos conturbados que se vão vivendo, de quando em vez nos conseguem alimentar a auto estima.
Refiro-me à festa de natal da secção de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo.
Um encanto!
Uma apresentação feita por uma mãe clarividente e assertiva quanto baste, uma exibição das meninas num registo de sevilhanas, uma exibição de algumas mães a dançarem sevilhanas que para mim foram uma (muito boa) surpresa, uma exibição das meninas num registo de ballet em que foi coreografado Pink Floyd, uma aparição fugaz e discreta da Professora que me parece a grande obreira daquele trabalho.

Numa noite fria e chuvosa de Inverno o Cine Teatro acolheu todos com excelentes condições. As condições técnicas oferecidas pelo cine teatro contribuíram imenso para o sucesso do espetáculo.
A qualidade do trabalho que a secção de dança apresentou, demonstra uma aposta continuada e segura num rumo que traçaram há muito tempo atrás.

Ontem, o trabalho apresentado foi digo do nosso cine teatro e este contribuiu com a sua parte.
Quero apresentar os meus parabéns a todos os responsáveis pelo espetáculo e dizer-lhes obrigado.
Ontem senti aquele orgulho ser ser Vianense e fiquei com a minha auto estima mais reconfortada em relação aquilo que somos e que fazemos enquanto comunidade.
Espero e desejo que possam ter condições para continuar a aprofundar ainda mais este excelente trabalho.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

AOS 66 ANOS ACONTECEU...




Faleceu hoje Carlos Pinto Coelho, aos 66 anos de idade.
Grande jornalista, grande comunicador, grande lutador pela cultura e grande combatente contra a mediocridade.

Portugal ficou mais pobre!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

AS REUNIÕES COM A POPULAÇÃO...



Não precisei de esperar muito, para que as reacções à minha participação na "sessão de trabalho" que a Câmara Municipal realizou com os munícipes se fizessem sentir.

Tinha-o previsto.

Tão pouco o tom e os tempos em que as opiniões foram aparecendo me surpreenderam. Pelo contrário, confirmei o que já suspeitava.

No essencial, as pessoas que durante anos alimentaram uma campanha vergonhosa contra mim no Blog VIANA E TAL e que perante alguns apertos em que se viram decidiram mudar-se para a BARBEARIA IDEAL, sempre ajudados pelo Blog PEIXE BANANA e pelo Manuel José Baião, ai estão de novo, a fazerem o que sempre fizeram.

Está-lhes na sua essência, eles são assim mesmo.

De tal forma são assim, que nem reparam que há mais de um ano que não sou Presidente de Câmara e que não mereço tal apreço que continuam a nutrir por mim, muito menos nos níveis em que o sentem.

Apesar de muita coisa poder ser dita dessa conversa, quero apenas falar aqui num facto que ocorreu durante a reunião.

Após ouvir todas as informações do Sr Presidente da Câmara, questionei:

1º Estranhei a forma como o Conselho executivo mudou de opinião em relação a uma questão estruturante do novo centro escolar, em concreto, a vontade de o novo edifício incluir um novo refeitório, quando a intenção que vinha de trás não era essa;

2º Perguntei, como podia o Presidente manter as expectativas em relação às boas vontades do poder central e do governo em concreto, quando ainda poucos dias antes, na Assembleia da Republica, o Deputado do PCP João Oliveira tinha proposto para ser incluído no orçamento de estado a recuperação do Paço dos Henriques, a construção do Quartel da GNR, a construção do IC 33 e a conclusão da sede da Associação de Reformados de Viana do Alentejo, e todas elas foram chumbadas pelo PS.

3º Referi que, pela importância que tinha na generalidade dos trabalhadores da Câmara, era estranho que o Sr. Presidente não se tivesse referido à opção gestionária e á sua não aplicação no Município de Viana do Alentejo. Disse ainda que o argumento da legalidade não podia ser aceite uma vez que, apesar de conhecerem a opinião da Igal sobre esta matéria, as 4 Câmaras da CDU do Distrito de Évora, já todas aplicaram essa mesma opção gestionária. A opinião da Igal não faz lei.

Foram estas as questões que coloquei.
Como já estou habituado, mais uma vez assisti á deturpação do que disse e passou-se então a discutir tudo e mais alguma coisa, independentemente das questões que coloquei.

O resto foi composto pelos membros da mesa a falarem do passado (sem nenhuma razão para o fazerem), culpando-me a mim pessoalmente por tudo o que lhe vem à cabeça e sem qualquer resposta lógica e coerente às questões que coloquei.

Um desses membros da mesa, cuja legitimidade para lá estar parece derivar do facto de ser funcionário da empresa MC Gusmão, Lda, empresa de Contabilidade e especialista em urbanismo, até dissertou sobre Siadap, não tendo no entanto respondido a uma pergunta muito simples que lhe fiz: se os processos que vinham do mandato anterior estavam mal feitos, como pode o actual executivo deliberar a opção gestionária no final de 2009?
Afinal, os trabalhadores da Câmara de Viana não têm os seus aumentos pelo passado ou pela opinião da Igal? Perguntas sem resposta, uma vez que ora uma ora outra, conforme lhes dá mais jeito, vão servindo para justificar o injustificável.

Do IC 33 e da associação de reformados nem mais se ouviu falar, não devem ter importância, se calhar.

Resumindo, penso que as reuniões foram dirigidas para os apoiantes do actual executivo ouvirem, calados ou então a apoiarem.

Opiniões dissonantes não são queridas para aquelas paragens.

Se quiser no futuro participar nestas coisas, pense bem antes de falar, ou então diga apenas o que querem ouvir, não vá alguém aborrecer-se com isso e sabe-se lá se não poderá reagir contra si.

Finalmente, deixo uma reflexão.

Era afirmado no passado que o anonimato na blogosfera se justificava porque eu e os restantes comunistas que estavam na Câmara iriam vingar-se e se calhar esquartejar as pessoas que colocassem o nome na Net, para criticar.

Hoje, porque será que se mantêm os anónimos, quando a liberdade e a democracia imperam e vivemos num Concelho tão brilhante que nem a chuva cá entra?

E porque será que o Blog mais colado ao Partido Socialista e ao executivo da Câmara se mantém anónimo? Embora pouco.

Será que ainda têm medo de mim?

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

FIM DE SEMANA BEM PREENCHIDO

Como esta vida são dois dias e este fim-de-semana são três, talvez seja possível espreitar um bocadinho de tudo.

Prevê-se um bom fim-de-semana!

Para quem puder fica uma, ou duas, ou três sugestões.

Pode sempre dar uma saltada à Vidigueira, ou a Vila de Frades para ser mais rigoroso e contribuir activamente para engrandecer esta grande iniciativa de cariz marcadamente histórico e tradicional.

No sábado à noite, recomenda-se uma das iniciativas melhor conseguida pela Câmara Municipal de Mora e que combina na perfeição a manutenção das actividades mais tradicionais com as exigências dos novos mercados que no Alentejo ainda vão surgindo.

No domingo todos os caminhos deverão conduzir a Alcáçovas e, como sobremesa destes pitéus anteriores, nada melhor que um, ou dois, ou três doces tradicionais, do melhor que se faz por cá.

Se as iniciativas ocorressem em datas diferentes (ei sei que antes já era assim), tenho a certeza que todas elas (e nós também), ganhariam com isso.

Bom fim de semana!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

MUITOS PARABÉNS!



E de repente, de um dia como tantos outros, faz-se um dia especial.

Estamos naquela fase em que festejamos sinceramente, com um olho arregalado de agradecimento pelos anos já passados e já vividos, e outro olho virado para a frente, expectantes e crentes que, aos já vividos, ainda se poderão somar mais alguns.

Espero e desejo que assim seja!

Muitos parabéns!